Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 3 de março de 2017
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Gorro do Mago #6 - Recomendações Semanais - o Paladino
Por favor, comente qualquer erro que você perceber, critique, elogie, beba um café, e compartilhe nossa página.
domingo, 5 de fevereiro de 2017
Gorro do Mago #5 - Recomendações Semanais - o Paladino
Por favor, comente qualquer erro que você perceber, critique, elogie, beba um café, e compartilhe nossa página.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Gorro do Mago #4 - Recomendações semanais - o Paladino
Está no ar, à sua disposição, o Gorro do Mago! A ferramenta mágica daquele que nos momentos mais obscuros, pode clarear suas ideias. O Mago está aqui para você que está sem ideias, perdeu a criatividade ou só veio dar uma espiada. Basta pedir, que ele tirará de sua magnífica cartola um filme, uma série, um livro, um game e uma HQ. Quer conferir? Vai lá!
Por favor, comente qualquer erro que você perceber, critique, elogie, beba um café, e compartilhe nossa página.
Por favor, comente qualquer erro que você perceber, critique, elogie, beba um café, e compartilhe nossa página.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Review - Dirk Gently's Holistic Detective Agency
Review - Agência de Investigações Holísticas Dirk Gently
A série “A Agência de Investigações Holísticas Dirk Gently” da Netflix em parceria com a BBC America é baseada em um livro homônimo do escritor inglês Douglas Noël Adams (que se gabava por possuir a sigla DNA). Ela retrata um caso do detetive Svlad Cjelli (ou Dirk Gently), que prefere resolver casos investigativos através de intuições e cálculos de física quântica a seguir o caminho analisando digitais. Justamente por seguir a linha investigativa de forma tão peculiar, o personagem coleciona uma fama de certa forma controversa. A primeira coisa que tenho a dizer é: EU SOU APAIXONADO POR DOUGLAS ADAMS! Consumo tudo que estiver ao meu alcance que tenha alguma relação com o autor. Não a toa que “O Guia do Mochileiro Das Galáxias” é o meu livro favorito e alguns dos meus melhores amigos conheci por conta do livro. Tentarei, é claro, ser imparcial, mas já adianto que EU amei a série.
A série não segue nenhum dos casos dos livros. O único personagem que aparece em ambas histórias é o detetive. Porém isso quer dizer que a série é ruim? Muito pelo contrário. Ao optar um rumo novo, a série se livra de clichês conhecidos e de pecar no quesito adaptação. Claro que, de início, me decepcionei pelo fato de ser uma história nova, mas já no primeiro episódio isso foi embora, ao perceber que haveria uma história nova baseada nos escritos do meu autor preferido, com uma alta produção (obrigado Netflix) e uma história a altura dos seus contos.

Cada episódio é mais interessante que o outro e cada vez mais nonsense. Por vezes eu jurei que o roteiro foi escrito pelo próprio Douglas Adams. A série faz referências ao livro, como por exemplo o nome da agência e a placa, a citação do sofá, de Thor, a escalada da casa/escada, alguns acontecimentos dentro do caso, etc. Ou seja, possivelmente não teremos as histórias clássicas adaptadas em possíveis futuras temporadas. Mas isso não desanima.
A história contada ficou ótima. Parece que os personagens todos existem no universo sem sentido de Adams, e a princípio a história também não tem lógica nenhuma, mas a medida que a série avança as coisas se encaixam (assim como no livro) e termino com o maior gostinho de “quero mais” que já senti na minha vida.

A atuação dos atores ficou muito convincente (incluindo no elenco nosso querido Frodo Bolseiro), e até dentro das retardadices as coisas saem muito naturais. E é a partir da naturalidade que ela nos conquista. Os diálogos idiotas, as falas estúpidas, os comentários desnecessários e os acontecimentos absurdos te cativam e te prendem do início ao fim. Sendo assim, vos digo: Dirk Gently é uma série de humor genuinamente britânico para gente que não se importe em ter paciência para ver o sentido surgindo.

Posso afirmar que não é uma série que irá agradar a todos (como nossa querida Stranger Things), mas digo que ela agradará DEMAIS todos aqueles que gostam do estilo de humor promovido pelo Guia, pelos livros que serviram de inspiração e até para os amantes de Doctor Who (o humor é bem semelhante). Com isso, concluo: “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency” é o lugar onde um gato, um tubarão, um sequestro, viagem no tempo, jaquetas amarelas/verdes/azuis, máscaras de gorila, assassinatos e doenças com nomes tão estranhos que você vai achar que são inventadas se relacionam em algum ponto, pois segundo o detetive: “Todas as coisas do universo estão relacionadas. Ou não”.
Por favor, comente qualquer erro que você perceber, critique, elogie, beba um café, e compartilhe nossa página.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Review - Sherlock, da BBC
BBC’s Sherlock – Review para a nova temporada
Para os ávidos fãs da tão aclamada (e curta) série da emissora britânica sabe o que nos espera em janeiro de 2017: a quarta temporada de Sherlock. Mas o que esperar da próxima season? O que nos foi revelado?
Ao longo da primeira temporada, os personagens nos são apresentados da maneira que, finalmente, merecemos. Não que esteja criticando o modo como isso foi feito na série Elementary (inclusive, gosto de coisas que adaptaram para essa série) ou na maneira como retratado nos filmes do nosso detetive. Lá, a ideia de contar já histórias da convivência entre Watson e seu aclamado parceiro após o surgimento de Mary é uma proposta que, infelizmente, não nos mostra o ponto de origem dos personagens. Já na série não, uma vez que seu objetivo é justamente trabalhar a relação deles ao longo de sua convivência e através das temporadas. Talvez por isso o primeiro episódio, “Um Estudo em Rosa”, seja tão aclamado por todos; ele mostrou a origem que todos queriam ver de uma maneira que ninguém estava esperando. Através da releitura para os tempos modernos, transição da figura da vítima dentro das novas tecnologias e, é claro, o modo como retratados nossos queridos personagens.
Nosso detetive aqui é mostrado como um viciado, primeiramente em nicotina, mas depois vai se mostrando que esse é apenas o princípio. Ele não se diz viciado, mas isso é apenas questão de ponto de vista. Muitos podem concordar e discordar nesse ponto de vista. Mas o inegável é que Benedict Cumberbatch nasceu para esse papel. Eu nunca imaginei um Sherlock Holmes que não o retratado da maneira como ele o faz. Robert Downey Jr faz um ótimo papel também (a sua maneira), mas foge diversas características icônicas do personagem; Jonny Lee Miller põe muito de si no papel e traz resultados muito bons, mas um pouco fora do que se mostra nos contos; para não deixar de citar os clássicos também (que com certeza foram maravilhosos), mas faltava certa regularidade, um Sherlock Holmes estabelecido. E Benedict É esse Sherlock. Dentro de seus trejeitos e suas características pessoais, ele consegue se adaptar e se mostrar capaz de retratar tudo que esperávamos.
Continuando falando sobre nossos personagens, creio que Martin Freeman tenha sido um ótimo Watson também. A química entre os protagonistas da série é fantástica (coisa que também foi explorada de forma mais sutil nos filmes da saga “Hobbit”, através da relação Smaug e Bilbo Baggins). Segundo muito do que vi da interpretação de Jude Law, ele parecia se importar mais com passar o que o roteiro transmitia do que a alma do personagem (o que não é ruim, mas por outro lado nos deixa meio decepcionados). Adoro A Watson de Lucy Liu, mas o receio de muitos fãs que isso seja apenas para concretizar a suposta relação entre os protagonistas deixa sempre o pé atrás ao assistir a série (o que lembra que preciso continuá-la). Os clássicos também mostram uma imagem mais experiente e sábia do doutor, mas muito menos ativa. Nisso a série balanceia muito bem. Ela nos dá um Watson envolvido com o cotidiano do novo/velho amigo, e nos mostra também o quanto ele se importa com aqueles a sua volta (seja Mary, Sherlock ou até Sra. Hudson).
Falando na nossa querida Senhora Hudson, acredito que o papel dela se mostra muito mais importante na série. Continua-se mostrando uma relação até certo ponto hostil entre ela e os inquilinos (até distante, de certo modo), mas inegável a relação de cuidado e atenção que se tem. Acredito que a química entre a atriz que desempenha o papel, Uma Stubbs, com Benedict tenha colaborado com isso. Para quem não sabe, a atriz era vizinha e amiga da mãe do nosso futuro detetive (os pais dele também eram atores; inclusive, aparecem como pais de Sherlock no 3° Season Finale).
Sobre Mycroft: lhe deram um visual muito mais moderno e elegante, mas sem tirar a petulância e o convencimento que o personagem tem em cima do irmão. Mostraram saber trabalhar muito bem com a imagem clássica que se tinha em cima do personagem (como mostrado no MARAVILHOSO episódio especial, “A noiva abominável”). Tornou-se menos impessoal a maneira como ele trata Sherlock, mas não deixa de trazer toda a carga original do personagem.
Talvez o melhor ponto seja Lestrade. Se analisarmos o que nos é mostrado sobre o inspetor da Scotland Yard nos filmes, teremos a impressão de um personagem completamente idiota (até medíocre) que apenas se aproveita da mente de Sherlock. Na série ele mostra-se muito mais participativo, acompanhando o detetive e o doutor nas investigações e ajudando-os (claro que dentro de suas ditas “limitadas” capacidades intelectuais).
Falando em personagens mais participativos, não podemos deixar a querida esposa do doutor de fora. Odiada por uns e amada por muitos outros, Mary mostra-se muito diferente do que geralmente a representam: na série, ela por vezes acompanha o doutor e o detetive e demonstra que não é apenas mais um personagem, como retratado em diversas histórias do detetive. O especial de certa forma ironiza isso, pois dá a entender que Mary não terá um destaque se não o inicial, mas ela mostra ter também grande valor.
Agora, quando se pensa no grande vilão da série, nunca se imaginaria o modo como é retratado o arrogante Professor Moriarty. De certo modo, todos os antagonistas da série mostram-se muito mais do que apenas vilões (como Magnussem, grande foco da última temporada), mas Moriarty É o grande rival do nosso detetive. Geralmente, temos o costume de imaginá-lo sério, presunçoso, convencido, coisas do gênero. Mas, quando nos deparamos com tudo isso de uma maneira única oferecida pelo ator Andrew Scott ficamos sem palavras. Ele consegue ser tudo isso sem ser. Menos a parte séria. Encontramos Jim Moriarty completamente irônico e irreverente (sem contar louco). É impossível não dizer que o ator brilhou no papel. Até hoje, suas “aparições” são extremamente chamativas e até curiosas.
O retorno de um personagem que, de certa forma, não esperávamos torna a próxima temporada tão aguardada. O que nos espera? Sabemos que ela terá um grande antagonista, interpretado por Toby Jones (“Zola”, da saga cinematográfica do Capitão América). Também foi dito que um personagem importante da série irá nos deixar, mas que não seria Sherlock nem Watson. Foi divulgado também um boato de que essa seria a última temporada da série. E o trailer divulgado nos deixa ainda mais ansiosos com tudo que pode acontecer.
Uma das especulações seria de que Mary será o personagem que encontrará a morte. Isso para aprofundar o relacionamento entre Sherlock e Watson. Não quero o fim da personagem, mas confesso que seria muito interessante ver como trabalhariam a relação deles e se seria o ship que muito acreditam. Outra aposta que se tem é com o fim de Mycroft. O ator que dá vida ao personagem, Mark Gatiss, é envolvido com muitas coisas dentro do universo da BBC, o que faz muitos pensarem que queiram acabar com ele para que se possa dar mais liberdade para o ator.
Sobre ser a última temporada eu acho pouco provável, uma fez que cada uma sai com um longo intervalo de tempo, não ficaria sem roteiro ou com uma pré-produção porca. A série já é muito aclamada para simplesmente desistirem dela nesse momento. Por outro lado, o atual sucesso de Benedict que tem atuado em papéis cada vez mais icônicos (“Khan”, “Alan Turing”, “Doutor Estranho”) pode ser um modo de liberar o ator para outros papeis (alguns até dentro da própria BBC). Muitos especulam que o ator tem sido cotado para interpretar o próximo Doutor da outra aclamada série Doctor Who, mas será? O que você acha? Diga o que achou da série, do review e sugira temas. Afinal, tudo nesse blog é elementar, meus caros leitores.
Por favor, comente qualquer erro que você perceber, critique, elogie, beba um café, e compartilhe nossa página.
domingo, 11 de dezembro de 2016
Gorro do Mago #3 - edição 8 - o PALADINO
E depois de muito tempo o Gorro do Mago volta do estado criogênico tal qual o Capitão América após ouvir umas referências. E hoje, crianças e crianços, vamos explorar o mágico chapéu capaz de recomendar coisas incríveis, uma serie um filme, um livro, um jogo e uma HQ.
Por favor, comente qualquer erro que você perceber, critique, elogie, beba um café, e compartilhe nossa página.
Mudando de Assunto - Ranking 007
Ranking: Melhores filmes da franquia 007, temas musicais e intérpretes de James Bond
Seu nome é Bond, James Bond, o fodástico agente britânico que tem em seu currículo 24 filmes, sem contar com um reboot, 407 assassinatos e 77 casos amorosos. Aqui faremos um top 10 de melhores filmes da franquia, melhores temas musicais, e melhores atores que interpretaram James Bond.
10- 007- Somente para seus olhos.
Um navio britânico é afundado e ele carregava uma arma secreta poderosa, 007 investiga o naufrágio do navio, buscando recuperar a arma para não ser recebida por forças inimigas ou até criminosos.
Esse filme tem a melhor cena de abertura de todas, com um vilão conhecido da franquia, líder da SPECTRE, Ernst Stavro Blofeld sendo jogado de um helicóptero por Bond. Só por isso a direção do filme já merece muitos elogios, mas no resto do filme fica igualmente magnífica.
Os personagens são muitos carismáticos, como Columbo (que é um personagem que nos surpreende no final, então não posso falar muito sobre ele, senão dou spoiler sobre o filme) e Bibi Dahl, que é uma patinadora, que tem uma queda por Bond e digamos que ela tem um alto apetite sexual, mesmo com seu rosto inocente (que comentário ridículo).
9- 007 Contra a Chantagem atômica.
A SPECTRE (organização criminosa), rapta um jato que carregava duas bombas atômicas, planejando explodir Miami se não receber o pagamento de 100 milhões de dólares em diamantes; e sobra para James Bond resolver o problema.
A direção fica por conta de Terence Young, que aliás é meu diretor favorito da franquia, e teve a brilhante idéia de fazer uma batalha marítima entre os soldados da SPECTRE e Bond e seus aliados, os dois equipados com arpões.
8- Goldeneye.
Neste filme Bond tenta encontrar o Goldeneye, uma arma que destrói tudo que seja eletrônico; para prevenir o mundo de ser destruído se essa arma cair em mãos erradas.
Esse é o único filme bom dos quatro que o Brosnan fez, Pierce Brosnan é um ótimo James Bond, mas depois desse filme os outros que ele fez começaram a ficar mais vistosos e cheios de ação do que com um bom enredo; o problema é que Bond raramente, na minha opinião, funciona no contexto de combater uma ameaça mundial etc.; mas no Goldeneye funciona, e muito bem.
A direção é maravilhosa e fica por conta de Martin Campbell, que também dirigiu Casino Royale, outro filme da franquia, que não está nessa lista, mas devo dizer que é um ótimo filme e vou deixar como menção honrosa.
7- Moscou Contra 007.
O enredo deste filme baseia-se em 007 sendo “forçado” a ficar com uma agente russa por uma proposta aparentemente dos soviéticos, em troca, o governo britânico receberia um decodificador que obviamente seria de extrema utilidade para a MI6. Mas tudo isso era um plano da SPECTRE, usando uma ex-agente que trabalhou para a KGB para iludir a garota que no caso ficaria com Bond, uma farsa para matar James Bond.
A direção fica por conta de Terence Young, que faz um ótimo trabalho, assim como fez em “Dr. No”. E o filme conta com personagens bem inventados, como por exemplo, Kerim Bey.
6- 007- Marcado Para A Morte.
James Bond ajuda o General Georgi Koskov a abandonar seu cargo, e ele fala a Bond sobre um plano do governo de assassinar militares que abandonam seu cargo. 007 também descobre outro problema, ligado a um traficante americano.
A direção é do mesmo diretor de 007- Somente Para Seus Olhos, e está incrível igualmente. Nos filmes da franquia dirigidos por esse diretor, John Glen, sempre há boas cenas de abertura, neste a cena é de um treinamento de agentes, no qual um inimigo se infiltra e tenta assassinar os agentes e também os homens armados com armas de paintball, que seriam o obstáculo dos agentes; 007 vai atrás do homem subindo em cima de um veículo militar roubado por ele, o carro cai de um penhasco, mas antes Bond arma seu paraquedas e sai são e salvo, pousando em um navio, com uma mulher que fala ao telefone, dizendo: “Eu queria encontrar um homem de verdade" (que conveniente, não é mesmo?).
5- 007- Operação Skyfall.
Nesse filme 007 investiga o sumiço de um HD com informações de agentes infiltrados que acaba em perseguição, Bond acaba tomando um tiro de uma agente da MI6, a Inteligência Britânica; a agente tentou acertar o homem que estava com o HD, mas estava sem mira, e então, a mando de M (que manda na porra toda), tenta o tiro, acertando Bond. Bond tenta viver sua vida “normalmente” até que quando está num bar vê uma notícia na televisão de um ataque ao MI6 e resolve voltar e ajudar seu país.
O que eu gosto nos filmes mais recentes de Bond, é que tentam mostrar um lado mais humano do agente, e conseguem, mostrando que o 007 também têm suas fraquezas.
A direção é de Sam Mendes, que consegui pegar o embalo dos dois filmes anteriores e ainda adicionar um toque pessoal. O roteiro também mostra um lado mais humano de M, porque mesmo 007 não passando no teste por causa do tiro que levou no ombro, ela mostra que confia no agente colocando-o de volta à ação.
4- 007 A Serviço Secreto de Sua Majestade.
No primeiro e único filme de George Lazenby como 007, Bond impede uma garota chamada Tracy, ou Teresa, de cometer suicídio, logo depois conhece o pai dela que diz que se o agente casar-se com sua filha ele dará informações de como chegar a Ernst Stavro Blofeld (que é um vilão bem conhecido da franquia, aparecendo em outros filmes e também em 007 contra Spectre, o mais recente filme do agente). Bond depois descobre que Blofeld planeja liberar um vírus que destruirá a humanidade a menos que seus crimes sejam esquecidos.
As cenas de ação do filme são muito bem pensadas e originais, sem falar na amostra até exagerada, mas ótima, de como Bond é mulherengo, quase arruinando a missão por causa de mulheres.
A direção é ótima, e ao que parece o diretor deve ter tido muito trabalho pelas cenas de ação do filme.
3- 007 contra Goldfinger.
007 Contra Goldfinger é considerado por muitos fãs o melhor filme da franquia, eu não acho que ele seja o melhor, mas de fato merece ficar entre os três primeiros no mínimo.
Neste filme James Bond enfrenta Goldfinger, que planeja explodir o Forte Knox. Como o próprio nome sugere, Goldfinger é obcecado por ouro e faz de tudo para aumentar seu estoque.
A trama parece meio simples quando sabemos o que o vilão vai fazer, mas o plano fica mais complexo, e vemos que o que ele planeja não é só roubar o Forte Knox, e eu acho isso fantástico, porque pensamos que ela é simples e em outro momento ela revela sua complexidade.
Temos o capanga Oddjob também, que é um mudo que atira o chapéu e corta coisas com ele, tem até a cena dele cortando a cabeça de uma estátua com o chapéu.
Guy Hamilton é o diretor e não decepciona, ele realmente pegou a essência do Terence Young e ainda adicionou seu próprio talento. Goldfinger pode não ser o melhor, no meu conceito, mas é um grande filme e uma referência para filmes de espionagem.
2- 007 Contra o Satânico Dr. No.
Esse filme é o início da franquia, e podemos dizer: “Que início!”.
A sinopse consiste em 007 investigando o sumiço de um agente britânico que ficava numa base da Inteligência Britânica na Jamaica, e as pistas levam-no até uma ilha e ele descobre que quem está por trás disso é um asiático conhecido como Dr. No.
A direção de Terence Young deixa o filme mais magnífico do que já é, ela não é exagerada e nem simples, ela é só na medida certa. O roteiro é incrível, e o legal é que não se baseia em um duelo estúpido entre Bond e Dr. No, tanto que conhecemos o vilão depois de muito tempo de filme; o que quero dizer é que existe uma série de acontecimentos antes do clímax.
1-007- O Espião Que Me Amava.
Não importa o quanto falem bem de 007 Contra Goldfinger, eu sempre considerarei esse o melhor filme da franquia. O filme introduz o vilão-capanga Jaws, com seus dentes de metal, interpretado pelo gigante, literalmente, Richard Kiel, de 2,18 m, que também participaria do trágico 007 Contra O Foguete da Morte.
A obra traz um vilão principal riquíssimo (Nossa, que novidade!), Karl Stromberg, que quer construir uma cidade marítima, explodindo locais principais do mundo com mísseis nucleares que roubou de um submarino; 007 é mandado para investigar o sumiço do submarino e o resto é spoiler.
A sinopse é bem simples, mas a trama é muito bem desenvolvida; o filme tem cenas marcantes, como Bond caindo de um penhasco e abrindo um paraquedas com a bandeira do Reino Unido. Eu não classificaria a direção como espetacular, mas se adequa ao filme.
Fora todas essas coisas, 007- O Espião Que me Amava tem um romance de idas e vindas (tapas e beijos, não literalmente) entre 007 e a agente Triplo X ( ͡° ͜ʖ ͡°), que envolve o assassinato de um cônjuge da agente que eu acho que em certa parte fica meio bobo. Mesmo assim é um filme magnífico e com uma abertura fantástica com o tema “Nobody does it better- Carly Simon”.
Temas Musicais
10- For Your Eyes Only - Sheena Easton.
Na primeira abertura em que a cantora da canção aparece, por escolha do editor Maurice Binder (que projetava as aberturas), Sheena Easton canta For Your Eyes Only, que é bem melosa, mas combina com o filme.
09- You Only Live Twice- Nancy Sinatra.
Você só vive duas vezes ou é o que parece
Uma vida para si e uma para os seus sonhos
Você flutua ao longo dos anos e a vida parece mansa
Até que um sonho aparece e amor é o seu nome
E o amor é um estranho que vai acenar pra você
Não pense no perigo ou o estranho se vai
Este sonho é para você, então pague o preço
Realize um sonho, você só vive duas vezes
E o amor é um estranho que vai acenar pra você
Não pense no perigo ou o estranho se vai
Este sonho é para você, então pague o preço
Realize um sonho, você só vive duas vezes.
08- The Man With The Golden Gun - Lulu.
A letra é boba, mas o ritmo é contagiante, não sei se essa musica deveria estar aqui, mas boa parte do motivo de ela estar aqui são as lembranças que tenho dessa música, chegar da escola, comer pão com requeijão e assistir 007- Contra o Homem Com a Pistola De Ouro. Outro comentário ridículo, mas tudo bem.
07- Die Another Day - Madonna.
A rainha do Pop não ficou de fora, com uma canção que Elton John falou que foi o pior tema de Bond, mas eu digo que ele está errado, a canção é maravilhosa como quase tudo que essa mulher faz.
Madonna também fez uma ponta no filme, interpretando a dona de um salão de esgrima.
06- Diamonds Are Forever - Shirley Bassey.
Aquele toquinho, que te faz imaginar cenas de ação perversas, inteligentes.05- On Her Majesty’s Secret Service - John Barry.
O tema é só tocado, mas não decepciona, e a abertura, extremamente bem montada, ajuda no sucesso que a música fez.
04- Goldfinger - Shirley Bassey.
Basta ouvir Shirley Bassey cantando: “Goldfinger”, para imaginar cenas de ação típicas de filmes da franquia 007.
03- The Living Daylights - A-ha.
Hey driver, where we're goingI swear my nerves are showing
Set your hopes up way too high
The living's in the way we die
Comes the morning and the headlights fade away
Hundred thousand people, I'm the one they blame
I've been waiting long for one of us to say
Save the darkness, let it never fade away
In the living daylights.
Eu não consigo imaginar essa música sem a abertura do James Bond, sério, fora o clipe, que é sensacional, obviamente tendo a ver com Bond.
02- Nobody Does It Better - Carly Simon.
O perfeito casamento de filme com música.Essa é uma música que te inspira a ver o filme, não tenho nem palavras, simplesmente fantástica.
01- A View To A Kill - Duran Duran.
O filme é ruim, mas a música em compensação...
Essa música foi feita para o último filme de Moore como 007, que é 007- Na Mira dos assassinos, e o New Wave conseguiu casar perfeitamente com o contexto de James Bond, tanto que resolveram colocar o A-Ha para o tema de 007- Marcado Para a Morte, o sucessor desse filme.
Atores
06- George Lazenby
Não e simplesmente não.
George Lazenby não convence no papel de 007 e pronto.
05- Daniel Craig
Muito frio, tirou o charme do 007, quase tirando a classe.
04- Timothy Dalton
Esse é ótimo, e eu compreendo que para ele foi difícil, porque veio depois dos gigantes Sean Connery e Roger Moore, mas ainda não foi tão bom para entrar no top 3.
03- Pierce Brosnan
Nem frio, nem tão calhorda, na medida certa. Eu acho que Pierce é a amálgama entre Sean e Roger.
02- Sean Connery
O Bond misógino, o machista que todo mundo ama. Sean Connery é arrogante até o fim em seu papel como 007, e isso pode parecer ruim, mas não é, fica perfeito. Eu não consigo imaginar Connery sem o jeito do 007.
01-Roger Moore
O jogo de sombrancelhas, o andar soberbo e as piadas do titio Moore combinam perfeitamente com seu Bond. Fora isso, ele foi o ator que mais durou no papel, fazendo 7 filmes.
Por favor, comente qualquer erro que você perceber, critique, elogie, beba um café, e compartilhe nossa página.
Assinar:
Postagens (Atom)






























































